O “gato” e os craques precoces…

O caso Helton (o gato) ex-jogador do Paulista de Jundiaí, continua gerando comentários.
E são opiniões para todas as preferências.
Indignados, torcedores pedem a sua prisão.
Outros defendem a sua eliminação do futebol.
São muitos os que alertam para “que é preciso conhecer a história de vida dele antes de condena-lo”.
É importante saber que os pais de Helton são pessoas simples e trabalhadoras.
O pai, pintor de automóveis e a mãe caixa de supermercado. Tem um meio irmão e dois adotados. Disse que a sua infância foi feliz.
Nada trágico. Portanto, isso só agrava o ato cometido.
É grande o volume de críticas pelo fato da mídia ter aberto espaço para ouvi-lo e entrevista-lo.
A meu ver, o que ele fez foi muito grave.
Será punido pelo TJD da FPF .
Helton vai responder, também, por falsificação na Justiça.
Nas duas esferas de julgamento as penas serão brandas. É a lei.
Grave porque traiu seus companheiros de time, a comissão técnica e a diretoria do Paulista de Jundiaí.
Roubou o sonho de milhares de torcedores.
A cidade de 400 mil habitantes estava entusiasmada com a campanha do Sub20 e sofreu uma dura frustração com a malandragem.
Vampeta resolveu ajuda-lo e ofereceu uma nova chance.
O Grêmio Osasco contratou Helton.
Ele terá a oportunidade de ser ele mesmo jogando futebol.
Aqueles que acreditam na reabilitação das pessoas, devem aplaudir.
E essa não é a primeira vez que Vampeta ajuda jovens.
Quase todos desconhecidos e que se tiverem talento vão prosperar no futebol.
O Audax e o Grêmio Osasco tem como “dono” um homem sério, independente financeiramente e distante de picaretagens.
O fato de aprovar a nova chance ao “gato” não significa , na minha opinião, minimizar o seu ato desonesto.
A turma de Jundiaí é vítima desse episódio.
Depois da queda do avião da Chapecoense, o “fretamento de aeronaves” está sendo contratado com muito mais cuidado. Óbvio.
Com o escândalo provocado pelo “gato” Helton ( nada inédito…) as categorias com limite de idade no futebol, estarão muito mais atentas para aceitar a inscrição dos jovens.
Especialmente os “craques precoces”.
E sobre a deduragem mais uma vez se confirma que não há segredos que o tempo não revele…

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