FBI aprofunda investigações

Quatro executivos da NIKE estiveram na justiça americana na última sexta feira (18) prestando depoimento sobre a relação da empresa
com várias confederações de futebol pelo mundo.
A do Brasil está em pauta desde 1994.
Acordos considerados “nada republicanos” pelas autoridades vem ocorrendo nos últimos 23 anos.
Os depoimentos vão prosseguir nesta segunda feira (21) diante do juiz, do procurador e dos agentes do FBI.
Na medida em que avançam as investigações dos agentes americanos a situação de muitos dirigentes esportivos só piora.
Nas investigações realizadas pelo FBI desvendando os malfeitos da cartolagem surgiram nomes conhecidos das autoridades financeiras brasileiras(operadores/doleiros) e que agora estão sendo citados em envolvimentos com os dirigentes do futebol: Oscar Frederico Jager, Favel Bergaman Vianna, Lisabelle Chueke , Henrique José Chueke, Dario Messer , Antonio Oliveira Claramunt(Toninho Barcelona), Raul Henrique Srour, Benjamin Katz, Alberto Youssef e vários outros personagens “especializados em dolarização” .
Dirigentes de vários clubes brasileiros foram apontados como ” muito hábeis em convencer outros co-irmãos a apoiar a CBF”
em troca de uma boa retribuição por parte da entidade.
As federações – como sabem – dão fácil maioria às decisões da CBF.
E a relação entre seus dirigentes e o comando do futebol brasileiro já é do conhecimento de todos.
O Panamá tem sido o primeiro destino frequente dos recursos ilegais e “depois sendo distribuidos para outros paraisos fiscais” .
Instituições bancárias e empresas multinacionais( de vários setores) constam nos autos como “comprometidas com cartolagem” .
Foram identificadas, tambem , contas bancárias em nome de terceiros mas pertencentes a importantes cartolas do futebol.

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