Prêmio CBF virou várzea

Fernando Pilatos/Gazeta Pres

flamengo-prêmioA festa do prêmio CBF foi constrangedora. Não discuto o critério da eleição. Na Copa do Mundo, a eleição também é feita antes da final. Não tem jeito. É preciso preparar o programa, a festa. Lembram do Oliver Kahn? Paulo Baier? Normal. No prêmio da CBF, a votação é fechada com rodadas de antecedência. Era impossível prever o final. Muitos zagueiros, volantes e atacantes estão em posições trocadas. Mas até aí, tudo certo. Acho válido.

Estou me referindo a bagunça e as cenas deselegantes dos torcedores.

Há anos, virou a festa do Mengão. No ano passado, vários jogadores paulistas, ou adversários do rubro-negro, foram vaiados. Este ano, a cena se repetiu. É um horror. O profissional é convidado, sobe ao palco e é vaiado? Várzea Total.

E quando o jogador não vai? A ausência é falta de prestígio. O Adriano sumiu e não voltou até hoje. Talvez apareça logo mais no prêmio do Mesa Redonda, da TV Gazeta. Seria surpresa. Para evitar o vexame, melhor chamar só o premiado. Subir ao palco como segundo ou terceiro é mico total. Não existe nada pior do que perder a indicação. Ainda tem que ir lá e receber e ser vaiado? Faça-me o favor.

O mais bonito da festa foi a premiação do Flamengo. Imagine se fosse outro time !

Como espetáculo esta festa da CBF sempre foi longa, chata e sem graça.

Prefiro mais as festas do Mesa Redonda e o ótimo prêmio da Revista Placar.

A CBF e a Rede Globo poderiam fazer algo muito mais bonito, elegante e simpático.

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