Cruzeiro x Bayern de Munique em 1976

cruzeiro-x-bayernEm 18 edições da Copa Intercontinental, o Brasil chegou em três finais. Depois do bi-mundial do Santos (62/63), o país levou treze anos para disputar o título. Em 76, o Cruzeiro fez a final com o Bayern de Munique. Foi o maior Cruzeiro de todos os tempos: Raul, Nelinho, Moraes, Ozires, Wanderley, Piazza, Zé Carlos, Jairzinho, Palinha, Joãozinho e o genial Dirceu Lopes. Pena que Tostão parou.

Entre 1960 e 1979, os brasileiros eram fregueses na Libertadores. A competição era dominada pelos argentinos e uruguaios. Diz a lenda que os brasileiros não davam importância ao torneio. Não foi o que eu vi em 74, 76 e 77. A verdade é que ganhar dos uruguaios e argentinos sempre foi muito difícil.

O Palmeiras perdeu duas finais. Em 61, do Peñarol. Em 68, do Estudiantes. O São Paulo perdeu do Independiente, em 74. O Cruzeiro ganhou do River em 76 e perdeu do Boca em 77.

Em 76, o super time de Zezé Moreira, campeão da América, enfrentou o Bayern de Munique, base da seleção alemã, campeã do mundo em 1974. O timaço de Franz Beckenbauer venceu por 2×0 na neve. Raul Plassmann conta que o goleiro Sepp Mayer lhe deu luvas para neve. “Fair-Play” genial. Dirceu Lopes não jogou na Alemanha. Na volta, o Bayern segurou o 0x0 no Mineirão.

Palinha conta sobre os dois jogos e o vice-mundial que valeu quase como um título.

Clique e ouça a entrevista.

PALINHA fala do Cruzeiro x Bayern de Munique

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