O Panorama do Vinho Nacional



O Brasil está mudando e o universo do vinho no Brasil também. Tanto o consumidor quanto o produtor passaram a ficar mais atentos ao que, de bom, tem ocorrido no mundo. Antes o que se visava era o consumo de massa, despreocupado com a formação de um gosto nacional, desprendido das tendências mundiais e apegado ao vinho globalizado.

Hoje há uma vontade de se incentivar o gosto nacional. Antes o que importava era o gosto mundial, o gosto dos grandes mercados consumidores que, na maioria das vezes, não conseguem ultrapassar a barreira do mal gosto.

O vinho nacional tem deixado de ser um picolé de uva, caminhando para a geleia de frutas frescas.

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A verdade é que esta mudança vem ocorrendo por conta da positiva insistência de produtores como Marco Danielle, Lizete Vicari e Eduardo Zenker, dentre outros, que têm no vinho a paixão. Esta mudança tem tido grandes incentivadores: Alain Inglêz, Lis Cereja, Didu Russo, Walter Tommasi, Arthur Picolomini Azevedo, Paulo Sampaio dentre outros.

As grandes empresas produtoras de vinho (Miolo, Valduga e Salton principalmente) começaram a rever seus focos e passaram a se atentar para a necessidade da formação de um gosto brasileiro, um gosto nosso, norteado no que há de melhor e mais saudável no mundo do vinho e não no que dá mais lucro. O vinho natural nacional cada dia se firma mais como um produto de categoria mundial.

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